Se Assassin’s Creed II foi o momento em que a franquia encontrou seu caminho…
Brotherhood foi quando ela decidiu dominar tudo.
Joguei depois da experiência incrível com o 2 — e a sensação foi clara desde o início: não era só uma continuação. Era uma evolução direta, mais madura, mais confiante… e muito mais ambiciosa.
Roma — um mapa, infinitas possibilidades
Diferente do jogo anterior, que tinha várias cidades, aqui temos praticamente um protagonista silencioso: Roma.
E que cidade.
Roma não é só grande — ela é densa.
Cada distrito tem identidade, vida e propósito.
- Ruínas antigas misturadas com áreas urbanas
- Monumentos históricos gigantescos
- Sistema de dominação com as torres Bórgia
Destruir a influência dos Bórgia era quase um jogo dentro do jogo. E isso deixava tudo mais estratégico.
Ezio agora é um líder
Se no jogo anterior você acompanhava a ascensão de Ezio… aqui você vê o auge.
Ele não é mais só um assassino. Ele é um mentor.
E isso muda completamente a experiência.
Sistema de recrutas — uma das melhores ideias da franquia
Esse sistema foi simplesmente genial
Você resgata cidadãos, treina eles e pode:
- Chamá-los em combate
- Mandar para missões pela Europa
- Evoluir cada um deles
E o mais marcante:
aquela sensação de poder ao chamar assassinos para eliminar inimigos instantaneamente.
Era quase cinematográfico.
Combate mais agressivo e fluido
O combate ficou mais rápido, mais direto… mais brutal.
Uma das maiores mudanças foi o sistema de “kill streak”:
- Você elimina um inimigo
- Emenda outro ataque
- E continua numa sequência sem parar
Isso deixava as lutas mais dinâmicas e satisfatórias.
Você realmente se sentia dominante.
Missões e variedade
Aqui o jogo também acertou muito:
- Missões principais mais bem construídas
- Missões secundárias mais interessantes
- Contratos de assassinato mais estratégicos
E ainda tinha conteúdo extra como:
- Lairs of Romulus (dungeons incríveis)
- Máquinas de guerra do Leonardo da Vinci
Cada uma dessas missões tinha identidade própria.
Vilões mais presentes: os Bórgia
A família Bórgia é uma das mais marcantes da franquia.
Diferente do primeiro jogo, onde os alvos eram meio desconectados, aqui existe uma narrativa contínua com antagonistas fortes.
Eles estão sempre presentes.
Sempre influenciando o mundo ao seu redor.
E isso deixa tudo mais pessoal.
Multiplayer — algo inesperado (e muito divertido)
Pouca gente lembra, mas Brotherhood trouxe multiplayer.
E não era qualquer multiplayer.
Era baseado em:
- Disfarce
- Observação
- Estratégia
Você precisava agir como NPC para não ser descoberto… enquanto caçava outro jogador.
Foi uma proposta completamente diferente do padrão da época.
Por que marcou tanto?
Porque pegou tudo que já era bom… e refinou.
- Melhorou a jogabilidade
- Aprofundou o protagonista
- Expandiu o mundo
- Introduziu sistemas novos (recrutas, domínio territorial)
E fez tudo isso sem perder a essência.
Vale a pena hoje?
Muito.
Se você gostou do Assassin’s Creed II, jogar Brotherhood é obrigatório.
E talvez aqui esteja o ponto mais forte da franquia inteira.
Porque é o momento em que:
- história
- gameplay
- ambientação
…se equilibram quase perfeitamente.




















